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Textos escolhidos: "Natinho Fênix", por Linda Barros

A autora é professora e atriz

26/08/2020 15h13 Atualizada há 3 semanas
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Linda Barros
Natinho Fênix
Natinho Fênix
Linda Barros, autora.

NATINHO COSTA FÊNIX: uma gotinha no oceano

 Linda Barros, Professora e atriz

 

            Segundo a mitologia grega, “Fênix” é uma ave mitológica que representa os ciclos da vida, o recomeço e a esperança num futuro melhor. E ao abrir as asas e levantar voo, Raimundo Nonato Costa Guilhermino, chegou ao ápice da vida literária. Natinho Fênix, seu pseudônimo literário, tem a ternura na simplicidade do olhar e a gentileza carregada nas palavras.

Umas das frases mais célebres que sempre ouvimos é “filho de peixe, peixinho é”, o que simploriamente significa dizer que temos um espelho em casa e que temos em quem nos inspirar e levar adiante coisas boas e sempre que possível expressar isso com muito orgulho. Como nos conta o professor e escritor Raimundo Nonato, sua vocação literária surgiu com incentivo da mãe, que era contadora de histórias e contadora de cordel nas noites do interior da pequena cidade natal.

            Professor formado em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA, instituição na qual se especializou em Perspectivas Críticas da Literatura Contemporânea. Desde muito cedo, aos 14 anos de idade, Natinho despertou para a escrita, no entanto só começou a publicar suas obras na década de 80, época em que também fazia estudos de análises de obras para o vestibular, que eram vendidas em edições simples em bancas de jornais, tendo grande aceitação por porte do público.

            Foi em 1990 que ele lançou seu primeiro livro intitulado “Eu Pecador”. O tempo vai passando e o professor segue sua rotina de sala e aula até chegar os anos de 2000, quando lançou seu primeiro livro de literatura infantil, “As aventuras de uma gotinha d´’água” levando ao mundo mágico das crianças um pouco da magia de uma gotinha d’água que quer deixar a ribeira para  morar no oceano.

            E como uma gotinha d’água neste oceano chamado literatura, Natinho Fênix tem a missão de levar magia e encantamento aos pequenos leitores, no entanto com a simplicidade de conquistar a todos, acabou ganhando também admiradores jovens e adultos. E foi então que em 2015 o oceano se abriu para a chegada de “O gatinho que não sabia miar”, como bem disse Ana Maria Ahid Soares ao prefaciar a obra, “Essa obra é mais uma contribuição para a formação da humanidade da criança, daí a importância de sua temática, dentro de um linguajar atraente e fácil de entendimento por parte de sua clientela”.

            Ambas obras infantis, mexem com o imaginário das crianças, que se encantam com seus personagens, onde são levados ao mundo mágico que fomenta toda imaginação dos pequeninos leitores. Natinho Fênix tem esse dom, de usar palavras, de fácil  entendimento dos leitores, fazendo com que, uma estória simples, mas com belas ilustrações, seja carregada de aspectos significativos.

            Ao abrir as asas e levantar voo, esse menino simples do pequeno povoado Carnaubeiras, município de Araioses, alcançou seus sonhos no mundo da magia da literatura e das letras.

            Natinho Fênix é membro efetivo da Sociedade Brasileira de Médicos e Escritores, SOBRAMES, em 2016 tornou-se membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), onde ocupa a cadeira de número 38, patroneada por Antônio Batista Barbosa de Godóis. O professor Natinho é também ensaísta e tem inédito o livro Poemas da saudade que ficou (o tema saudade na poesia maranhense).

            Por fim, analogicamente o Fênix que passou por inúmeras turbulências, consegue um pouso tranquilo e calmo nas prateleiras das livrarias e no imaginário de pequenos adultos leitores.

 

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