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Drama, Humor, Paixão, História, Poesia, Psicologia, Loucura etc...Leia a nova coluna Literária de Mhario Lincoln

Por Mhario Lincoln

22/08/2020 17h54 Atualizada há 3 semanas
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Por: Mhario Lincoln Fonte: ML
O livro que abalou a história
O livro que abalou a história

COLUNA LITERÁRIA

(*) Mhario Lincoln

 

+ Livro indicado para leitura pelo amigo e psicólogo Ítalo Gondim: “12 Regras para a Vida/ Um antídoto para o Caos”, de Jordan Peterson e prefácio de Norman Doidge. O livro é como um manual de sobrevivência ao mundo atual, que cospe bolhas virulentas de ideologias e profanam o sagrado, enquanto ignoram a sabedoria da tradição construída com o sangue e suor dos nossos ascendentes. Já reservei o meu ontem, no “Submarino”. (Leia a íntegra da resenha: https://www.mhariolincoln.com/noticia/436/12-regras-para-a-vida-do-autor-jordan-peterson. Foto divulgação). Aliás, Ítalo Gondim apresenta todos os sábados, na Rádio Manga FM, de Matinha-Ma um programa de entrevistas muito interessante. Neste 22.08.2020, falou com a cel. Augusta Andrade, da PMMA sobre a violência doméstica. O assunto me remeteu diretamente ao livro elaborado pela Dra. Adriana Bezerra Silva – POR TRÁS DO VÉU, O drama da violência Conjugal – um best-seller nacional.

 

LEITURA GRÁTIS. SÓ BAIXAR: + Um livro (foto acima à esquerda) que me deixou bastante impressionado com a realidade das coisas que vêm acontecendo nos últimos tempos. Quando comprei esse livro (antes proibido), em 2006, achava-o ficcional. Impossível de acontecer e entender as coisas que lá estavam escritas. Alguns anos depois, vejo-o como altamente realista em muitos aspectos. Refiro-me a obra “A Verdadeira História do CLUBE DE BILDEBERG”, de Daniel Estulin, jornalista investigativo, ipsis litteris:  “Os meios de comunicação do mundo são os veículos simbólicos mediante os quais o jogo de oferta e demanda de bens controla à população. Entretanto, não terá que esperar que a «imprensa livre» dê a voz de alarme. (...)E falando da natureza humana, o poder corrompe. Corrompe aos que o têm. E corrompe aos que procuram influenciar sobre os que o têm. Os meios de comunicação, há muito que formam parte do mundo das elites. A imprensa livre é um mito porque é propriedade dos poderosos”.  Isto é, são também subjugados aos acontecimentos que se manifestam. Daí, manipular números, causar euforismo, causar depressão, causar ambiguidade ou disfarçar o real, fazem parte do insano Poder. Até mesmo, disseminar medo (e ódio) em casos de Pandemia.

+Se vc tiver coragem para ler esse livro, então, siga o link: https://odetriunfante.files.wordpress.com/2009/12/daniel-estulin-a-verdadeira-historia-do-clube-bilderberg-pdfrev.pdf

 

+ “O social e o espírito de luz fundem-se na mesma linhagem e trajetória que percorre esse “Paralelo 17”, como uma avalanche que tenta ainda guardar os valores invertidos de uma sociedade que se perdeu nas facilidades, em que heróis zombam da vida e escapam sempre impunes, porque assim é a vida neste período de muitas trevas (...)”, escreveu no Prefácio de “Paralelo 17”, Álvaro Alves de Faria. O livro é do poeta Luís Augusto Cassas. E como diz Micheliny Verunschk, “a poesia de Luís Augusto Cassas congrega uma espécie de mística militante. Por outro lado, convoca a materialidade do espiritual, como no Jesus crucificado pelas mãos do artesão hippie, e por outro percebe como ninguém a urgência do mendigo-iogue em sua fome (...)”. De “Paralelo 17”, leio sempre: “o segredo/ da demência/ do poeta/ (a despeito/ do estopim/ lírico/ dos escritos/ e do delirium/ tremens/ q lhe amordaça/ os gritos/ e o conduz/ a trancos/ e barrancos/ à pg. em branco)/ é a presença/ da substância/ psicoativa/ da poesia / q consola/ cura/ e sacia”. Título: JUNK. Evoé, poeta!

 

+ Consegui terminar a leitura de “Oitenta Semanas de Prosa”, de Ney de Barros Bello Filho. Um homem seguidor da Deusa Themis, embrenhando-se na cordilheira das crônicas escritas por um longo período, recolhidas em O Imparcial (eu fui colunista durante quase 10 anos, em duas oportunidades) e transformadas no livro, cuja orelha, o saudoso Jomar Moraes, assim escreveu: “As crônicas de Ney Bello brilharam intensamente nas manhãs em que circularam no jornal que lhe serviu de suporte, e agora fazem a trajetória de maior duração, neste livro que as reúne”. Na verdade, esse foi o livro de estreia literária de Ney, onde encontrei pérolas como essa, a seguir: “(...). Como ser Nauro, sem ser machado talhado para sentir na lâmina a essência da poesia? Como ser Gonçalves, sem ter os dias a dedicar à bela escrita? Para escrever um ‘Poema Sujo’, não é preciso sujar-se nas lamas das margens do rio Anil, mas será preciso ver ressonar feito poesia a visão das prostitutas dos cortiços de São Luís (...)”. De ‘Como se Faz um Poeta’, em homenagem a Dagmar Desterro.

 

+ Conheci Jozias Benedicto na época de meio adolescente. Frequentava, na rua da Paz, em São Luís, a casa dos pais dele. Jozias pouco interagia comigo. Eu costumava levar recados de minha mãe Flor de Lys, para Genu Moraes Corrêa, mãe dele. E hoje? Eis Benedicto! Prêmio ‘Governo de Minas Gerais de Literatura’, in “Como não aprender a nadar”, de 2016. Vários outros prêmios ornamentam a cabeceira de sua cama, onde deve ter escrito, por exemplo, “(...) Mesmo as luzes todas acesas/ eu tive medo de apagar as luzes e você ter medo/ do escuro/ de mim/ e sair correndo com tuas pernas longas/ brancas/ fugindo de mim para sempre (...)”. Gosto de ler Benedicto, meu quase amigo de infância. E claro, anos depois, devo concordar com outro poeta maranhense, Félix Alberto que, sobre ele, diz: “A poesia de Jozias Benedicto não é uma receita de erotismo urbano (...). É o corte não-linear na própria carne (...) impulso político antipanfletário que dialoga com diferentes armadilhas da literatura, inclusive com a poesia”. Está no livro “Erotiscências & embustes”, lançado em maio de 2019, no Rio de Janeiro, onde Jozias reside.

 

+ Tenho um clássico em minha cabeceira para destroçar neste final de semana: ZBM, O REINO ENCANTADO DA BOEMIA, de José de Ribamar Reis. Fala sobre a época de ouro da Zona do Baixo Meretrício, da velha cidade de São Luís-Ma. No prefácio, a elegância ambígua do teatrólogo e escritor Ubiratan Teixeira, a quem conheci e admirei. “São Luís das noitadas de orgia, da solidariedade com a civilização de outras latitudes. Não sem propósito, talvez, uma das ruas da Zona, se chamava 28 de Julho, data da Adesão do Maranhão à Independência do Brasil”, finaliza seu Bira. Mas, ainda no livro, possivelmente numa explosão de ódio, diante da decadência explicita, anos depois, da ZBM, D. Maroca, proprietária de um dos cabarés mais famosas da Ilha do Amor, ao se deparar com algumas jovens fazendo uma pesquisa social com pranchetas na mão, teria dito: “’Tá rendo’ aquelas dali? Todas ‘saiticas’, carregando prancheta debaixo do sovaco, tudo piranha concorrendo livremente com a gente. As piranhas de prancheta (...)”. A ZBM, em São Luís, após um período de ouro, entrou em decadência, levando as profissionais da área a um fim melancólico, viciante, explicitando a verdadeira miséria humana. Hoje, na mesma área, antes glamorosa, só restam velhos e sujos sobradões e mariposas, essas, correndo atrás das poucas luzes da rua para morrerem, nesse legado final acompanhando as outras mariposas humanas.

 

+ Um livro que me surpreendeu bastante. Estava eu no aeroporto de Brasília, ano passado, na rota Curitiba-São Luís, quando entrei na revistaria e vi um livro na promoção – “Por que Não Somos Felizes”, de Tiago Amorim. Não conhecia o autor.  Comprei. Um livro significativo. Não precisei de muitas páginas para chegar a essa assertiva: “A crença de que nascemos para usufruir das coisas e de que nosso destino é configurado pelo aproveitamento agradável da vida é, no fundo, uma das grandes mentiras contadas e recontadas desde a Modernidade. Apenas serve para criar Sociedades Neuróticas, cheias de indivíduos insatisfeitos, ‘podres e mimados’, como diz Theodore Dalrymple”. Pronto! Fiz uma viagem até São Luís acompanhado de uma excelente leitura. Bem diferente dos ridículos livros de autoajuda, disseminados pela mídia, como compensadores e incitadores de alguma coisa boa, tipo ‘você nasceu para ser um herói...”. Mentira! Quem lê esse gênero (???) e tem algumas deficiências emocionais, pode, inconscientemente, estar entre os ‘podres e mimados’, de Dalrymple.

 

+ Meu filho me manda um vídeo onde minha nora aparece lendo “Diário mágico”, de Sharlene Serra, para meus netos. Na verdade, o vídeo era para mostrar o quão eles estão preocupados em integrar a leitura na família. Ótimo! Muito melhor essa integração, com os livros da ‘Coleção Incluir”, dessa maravilhosa escritora maranhense, pois ajudam a orientá-los quanto à realidade deste Planeta. Na obra, a história de uma menina que adquire um diário ultramegamoderno e conta para ele detalhes de sua vida. O diário torna-se seu confidente, e assim, ele a ajuda no resgate da infância dela, a fim de fazê-la voltar a sorrir. O que será que o diário contou para a menininha? Só lendo. Excelente pedida.

 

+ Uma bela surpresa. Reencontrei o livro “MALBA THAN Visita São Luís e outras Histórias”, de José Chaves Verde Saraiva. Esse livro de 2004 foi um sucesso literário imediato nas livrarias do Rio e de São Paulo. O próprio Verde falou, certa vez, que estava muito feliz com ‘tudo isso’. Lendo o livro cheio de fórmulas matemáticas e muitas histórias árabes, fiquei sabendo que Malba Tahan é, na verdade, o pseudônimo do professor Júlio César de Mello Souza e acabou ficando “tão famoso que um bom jogador de futebol”, escreveu Verde. Especificamente no Capítulo IX do livro, a reportagem completa da visita de Malba Tahan a São Luís-Ma, detalhadamente. Perfeito o capítulo relembrando grandes nomes da história do Maranhão, como o professor Luiz Rego (fundador do Colégio São Luís) e do professor Rubem Almeida, uma sumidade. Ambos eu conheci. (Agradeço ao autor por ter-me dado a oportunidade de relembrar bons tempos de minha juventude ao lado desses monstros sagrados do poderoso ensino do Nordeste.

 

Foto do autor.

+ Vez por outra coloco minhas frases poéticas no Facebook e no Instagram, do meu livro GUIA DO EXTRAORDINÁRIO POÉTICO NO TWITTER, (ed. esgotada), onde nos anos de 2016 e 2017, publiquei quase diariamente esses pensamentos. Porém raras foram as pessoas que compartilharam ou mandaram comentários. Sem problemas porque algumas pessoas me fizeram muito felizes com as respostas. Essas, guardo no meu coração. Exemplo? “(...). Quando o amor vai embora. É porque chegou a hora. E o seu ciclo terminou. Mas se foi um amor bem vivido, não deixa o coração partido. Outros amores virão, e também irão partir um dia, pois aqui, tudo é fantasia! E sabe de quem? De minha grande amiga Alcina Maria Silva Azevedo. (Obrigado. VC me representa). Essa carinhosa mensagem foi em resposta ao meu microverso: “Se você consegue falar de seu ex-amor sem chorar, parabéns, você venceu!”).

 

Edição histórica.

+ Passava eu, lá pelos idos de 2014, em frente a um Sebo, em Curitiba, de cujo dono cresceu uma boa amizade, quando ele me chamou: “Mhario, vem ver o que eu recebi e guardei pra ti”. Ansioso corri ao seu encalço. E sabe qual o presente? “Os Marimbondos de Fogo”, livro de poesia de José Sarney, datado de 1978. Um bom presente, pois esse livro é raro, nessa edição primeira, lançada pela “Alhambra”. No pequeno livro (11x19 cm), um poema raríssimo de Sarney: HOMILÍA DO JUÍZO FINAL: “Tenho um encontro com Deus/ - José ! / onde estão tuas mãos que eu enchi de estrelas? / - Estão aqui, neste balde de juçaras e sofrimentos “.

 

+ Inevitável não voltar a ler Alex Brasil. São tantos livros. Todavia, existem aqueles que mais te aconchegam. Existem versos que parecem mais perto de ti. Existem lamentos tão amiúdes, choros tão iguais, destinos tão paralelos (ao lado), sofrimentos perpétuos, que acabam me atraindo de forma quase viciante. Eis um deles: “Não queiras ser responsável por ninguém, /  não deixes ninguém se responsabilizar por ti. / Apenas canta/ e deixa o canto nas asas do vento (...)”. Da antologia “Todas as Estações”. Parabéns, poeta! Todas as vezes que sinto que vou fraquejar, recorro a essas palavras sábias e encantadoras.

 

+ O próximo VICEVERSA que vai sair, na semana que vem, é com um dos laureados pela União Brasileira de Escritores, poeta Paulo Rodrigues. Posso adiantar que as respostas dele são autênticas e representam uma inegável força de vida, misturadas a um invejável talento. Muito bom, Paulo. Muito bom!

 

+ Em 2014 veio aqui lançar um livro, uma conhecida e respeitada personalidade literária do Brasil. O lançamento deu-se nas Livrarias Curitiba, e eu estava na primeira fila com o livro na mão. Ao chegar minha vez entreguei o livro. Ela já estava com meu nome num papelzinho e perguntou: “Esse Mhário é da Bahia?”  Eu respondi, não! Sou do Maranhão e esse nome representa a grande virada que dei em minha vida. Aí, ela disse: “pois então, você deve ter lido Aluízio de Azevêdo. Saiba, quem nunca leu O MULATO nunca poderá atingir degrau nenhum nessa concorrida peleja por um lugar ao sol no campo da literatura (...)”. Autografou o livro e eu corri na prateleira da livraria para encontrar Aluízio, meu conterrâneo, nascido em São Luís em 1857 e falecido em Buenos Aires, em 1913. Hoje, posso falar sem errar: O MULATO é sem dúvida, um dos grandes romances que ousou tocar na tecla do racismo brasileiro e permeia a história de amor entre Raimundo e Ana Rosa de forma fenomenal.  Vale ressaltar, que Raimundo foi construído com um protagonismo estigmatizado pela mestiçagem, sendo filho de português com a escrava. Desta forma, o mulato se inscreve no romance como figura representativa do processo de mestiçagem que caracteriza a sociedade brasileira. Esse é um dos aspectos que levam o leitor de O MULATO à várias reflexões, enquanto lê. Uma delas, é a visão possível de uma propaganda abolicionista. Mas o que o livro esclarece é a posição da sociedade maranhense, “mostrando os tipos que a habitam, uma contundente crítica à posição do clero e mais detidamente trata do racismo que impera nesse meio social, principalmente em relação à figura híbrida do mulato”, como diz em preciosa análise, o ensaísta Luciano Antonio.

 

+ Consegui dar uma rápida passada d’olhos no livro A PRODUÇÃO SOCIAL DA LOUCURA, de Ciro Marcondes Filho, jornalista, sociólogo e Doutor pela Universidade de Frankfurt, com pós-doutorado pela Universidade de Grenoble, na França. Às primeiras folhas, desisti, a fim de que me preparasse um pouco mais para absorver a mensagem. Ele começa citando Havellock Ellis. Eu não o conhecia. Porém, fui ver e descobri que ele era médico e psicólogo britânico, escritor e reformador social que estudou a sexualidade humana. Diz: “ Se se ama alguém com muita força, ama-se também todas as coisas que pertencem a essa pessoa; as roupas que ela porta e, ainda mais, seu rosto, suas mãos e todas as partes de seu corpo. Sempre desejamos ter tudo dela; uma parte para fazê-la também parte de nós mesmos, ou seja, eu poderia devorar por amor”.  Esse introito revela o primeiro capítulo do livro, intitulado “As estruturas Inconscientes”. E você, desistiria de lê-lo?

 

Foto do original.

+ Sem a menor sombra de dúvidas, tenho em minha biblioteca, um dos livros (quase) únicos no Brasil. Trata-se de “Dicionário de Teatro”, do imortal AML, Ubiratan Teixeira. Um resultado de uma maratona imensa de pesquisa e de experiências que ganhou ao longo de sua vida dedicada às artes teatrais como ensaísta, diretor, novelista, produtor e em contato com outros coadjuvantes de palco. Inclusive, a plateia. No prefácio original da obra, na primeira edição, o padre João Mohana, imenso humanitário, diz “Mais do que cultural, o dicionário tem uma vocação humanizante, pois tudo o que contribui para aproximar os homens, humaniza. (...) a humanização é mais valiosa por atingir um grupo particularmente rico de sensibilidade e expressão social – o grupo daqueles que fazem ou amam o teatro (...)”. Uma obra sensacional sem dúvida.

 

Foto da capa original.

+ Guardo em lugar especial em minha biblioteca o livro BALLET DE SANTOS E DEMÔNIOS, de meu querido poeta Carlos Cunha. Não deixo de retornar sempre a essa bela obra, começando por uma das apresentações: “menino pobre, menino de meu subúrbio, papai-noel não te quer”. Indiscutíveis versos sociais residem em toda a poesia, denunciando o preconceito imposto pela sociedade de consumo, na época mais sensível da humanidade: o Natal (...)”.Assim começa o belo ensaio que a filha, Wanda Cristina Cunha apresenta o livro. Muitas das vezes repenso e reflito sobre palavras tão tocantes nesse poema de Carlos Cunha: “’Papai-Noel que vergonha eu confesso de você’, é a evidência da descoberta dolorosa, caracterizada pela distinção existente entre seres humanos da geração tão vulnerável, que é a infância (...)”. São palavras também sensíveis de Wanda Cristina, quando, ao final do texto, insere: “Maravilha de mundo é a sua alma. E, coloco aqui a impressão digital da minha vaidade, para dizer que ele é MEU PAI”. Tudo isso me levou a guardar esse livro em lugar muito especial, inclusive em meu coração. Obrigado Carlos Cunha!

 

+ O professor Edomir Martins de Oliveira, vice-presidente nacional da Academia Poética Brasileira ultrapassou esta semana os 400 acessos em sua crônica sobre casamentos, integrantes do livro inédito "Finalmente a Noiva Chegou". São causos cheio de humor que ele acompanhou ao longo dos inúmeros enlaces que compareceu. Um tema inédito. Poucos escritores foram os que se preocuparam em analisar, de forma ilária, alguns aspectos nos bastidores dos casamenteiros. Ele escreve às segundas, no Portal MHLB (www.mhariolincoln.com). Parabéns, professor Edomir.

 

Foto do original.

+ Um presente cheio de harmonia. Vamos recordar uma das músicas (pós Alcione) que conseguiu romper as barreiras do ‘estreito dos mosquitos” e ganhar o Mundo: trata-se de O RADINHO, um sucesso estrondoso, de César Nascimento. Os arranjos são de Henrique Duailibe e Edinho Bastos (+Alê Muniz). César é um cara humano, amigo e do bem. Por isso suas composições mexem tanto com todos nós. Sem dúvida, um clássico. Vamos ouvir juntos.

Siga o link para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=WUD7j19MJJg

 

(*) Mhario Lincoln é presidente da Academia Poética Brasileira.

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