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O que os hackers prepararam por trás das inocentes mensagens de ‘bons dias e boas noites’, nas Redes Sociais.

Especial Hakers

31/07/2020 12h29
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Por: Mhario Lincoln Fonte: ML
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O que os hackers prepararam por trás das inocentes mensagens de ‘bons dias e boas noites’, nas Redes Sociais.

(*) Mhario Lincoln

 

"O vírus que atacou usuários do WhatsApp é chamado spyware. Esse software malicioso consegue monitorar desde a digitação de mensagens até fotos tiradas", explica o hacker Igor Rincon, especialista em segurança da informação.

 

Ontem à noite estive lendo vários especialistas em redes sociais e fiquei sabendo que 85% dos amigos acabam não lendo mensagens tipo “Boa Noite”, “Bom Dia”, Feliz isso, Feliz aquilo. Nos grupos familiares (pais, irmãs, tias, primos...), o percentual sobe para 92,5%. Há aqueles que preferem sair dos grupos a receber esse tipo de mensagem (por mais carinhosa e atenciosa que seja). Se fosse um grupo específico de cumprimentos (quem faria um melhor cumprimento de bom dia?), tudo bem. Mas a maioria dos grupos sociais é heterogêneo. Mais ainda, os familiares.

Então, os números desses especialistas estão certíssimos. E porque ele afirma isso? “As redes sociais foram idealizadas, primeiramente, para que as pessoas – época do Orkut – saíssem de seus mundos, pois o Planeta vivia instabilidade em muitas áreas, especialmente a econômica. No Brasil, início dos anos 2000, apesar da grandiosidade aparente, a população ainda respirava o Golpe Militar e os governos civis aparentavam muita fragilidade.

Os altos índices de desemprego levavam as pessoas a se isolarem.  Em toda a América Latina, a grande preocupação era com a falência do banco “Lehman Brothers”, fato que gerou grave crise financeira em 80 anos e que teve abrangência global. E diz mais: “as redes sociais não foram feitas para cumprimentos aleatórios ou como se fosse um horóscopo pessoal (que não é pessoal, pois as mensagens são repassadas para todos do grupo ou da rede de amigos), como se fosse um boletim meteorológico”.

Vale ouvir o turco Orkut Buyukkokten, criador do Orkut: “as redes sociais deixaram de conectar e passaram a gerar solidão e insegurança”, isto é, o inverso do que essas redes se propunham quando de suas criações. “E o pior, essas mensagens de bom dia, boa tarde etc, podem vir carregadas de vírus espião. Quando as pessoas compartilham, nem sabem que estão passando para seus amigos algo perigoso e eficiente no roubo de dados”, acrescenta o técnico em informática Andrei Krispin.

Fábio Ferrari, em seu artigo sobre a ‘Decadência dos Sites de Redes Sociais”, afirma: “O sintoma mais evidente hoje é exatamente a quantidade de lixo que (...) encontramos nos feeds de redes sociais. Neste caso lixo para mim são coisas que não são construtivas, como postagens políticas e religiosas, trivialidades engraçadas com gatos e cachorros, postagens sobre times de futebol, fotos de comida, etc.”. Muito mais quando há insistência em mandar mensagens ‘otimistas’ a pessoas que estão bem, que gozam de saúde mental e espiritual equilibradas. E de repente, ao acordar com o barulhinho chato das mensagens lê: “Hoje você vai sair dessa. Vai vencer....”.

Enfim, se algum leitor que está ligado nessa nova mensagem da modernidade das redes sociais, quiser evitar esse blá-blá-blá que não leva a nada, estará evoluindo. Se por um acaso, a pessoa amiga está mal, com certeza irá procurar apoio nos endereços particulares, no Whats ou Messenger.

E para finalizar, o artigo que eu li dá nome aos bois: “(...) essas mensagens de bom-dia, boa tarde etc, foram criadas em um laboratório estrangeiro, a fim de contaminar quantos forem os celulares replicadores. Afinal, ninguém neste mundo capitalista que tem algum controle sobre o outro, fará alguma coisa de graça”, complementa.

Eu particularmente, após ler essas opiniões de quem entende, pretendo não mais enviar nada que não seja realmente informativo e construtivo.

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