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Hoje o Portal MHLB inaugura uma nova modalidade de entrevistas

As curiosidades na Berlinda

06/06/2020 18h35 Atualizada há 1 mês
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Por: Mhario Lincoln Fonte: ML
VICEVERSA
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VICE VERSA

 

 

NOTA DO EDITOR:

Hoje o Portal MHLB inaugura uma nova modalidade de entrevistas. VICEVERSA, onde opiniões mútuas são escritas de forma espontânea, sem aquela necessidade exagerada da linguagem da entrevista técnica. O jornalista Mhario Lincoln convidou vários amigos e amigas para conversarem com ele sobre curiosidades mútuas. Hoje, quem inaugura VICEVERSA é o imortal APB, poeta pernambucano de Olinda, Jorge Cruz:

 

Mhario Lincoln/Jorge Cruz

 1 - Dentre suas várias atividades, quais delas segue a linha de pensamento original, que você incorporou à vida?

Antes de escrever, que é o que mais gosto de fazer, eu já pensava muito. Pensava sobre a vida, Deus, natureza, lógica das coisas, etc. Então, originalmente, eu pensava em descobrir como tudo funciona no universo e alinhei a isso a escrita e a espiritualidade.

 

2 - Sendo uma pessoa com conhecimentos técnicos elevados, qual a mágica para que o lado humano possa aflorar com tanta acuidade lírica em suas poesias?

Uma vez me disseram isso, sendo da lógica o que fazia em humanas. Nunca gostei de limitações. Você tem o seu pensamento e este é livre de cercas e muros da intolerância e arquétipos arcaicos do pensamento humano.

 

3 - Algum dia você teve que parar tudo e repensar sobre sua Vida, Trabalho e Literatura?

Sim. A força do destino, ao qual acredito piamente, fez com que repensasse minha vida espiritual e posteriormente minha vida profissional. A vida é assim mesmo: as dificuldades sempre nos impulsionam, mas quem dá a direção, pra cima ou pra baixo, é você mesmo.

 

4 -  Qual a concepção de um Poder Superior que você cultuava e, de repente, descobriu uma verdadeira razão para sua Fé?

Quando jovem, eu me debatia entre um Deus dos exércitos do antigo testamento e um Deus de amor, dito por Jesus. A minha crença quase foi extinta por essa dificuldade de entender esta dualidade. Um dia cheguei ao pensamento de me tornar totalmente materialista. Neste dia, tive a última, pensava eu que seria a última, conversa franca com Deus. Disse a Ele que se não me mostrasse que ele existia nesta noite, poderia me esquecer definitivamente. Então aconteceu algo que nunca tinha acontecido comigo e isso já coloquei em meus poemas, sonhei que me encontrava em uma praia, numa noite clara e morna, não sentia frio, os clarões da lua refletiam nas palhas dos coqueiros. Era uma praia lindíssima que não sabia onde era. De repente um homem veio caminhando em minha direção, usava uma túnica alva, como a que lembrava das pinturas do Cristo. Parou junto a mim, colocou o braço direito em meus ombros e disse para acompanha-lo caminhando pela praia. Disse-me coisas lindas e tinha um magnetismo estonteante. Apenas fiquei calado, não conseguia falar nada, só ouvir. Não lembro do que ele disse, mas somente da frase final quando Ele se voltou para mim e me olhou nos olhos e me disse: “acredite, Deus existe”. Isto me deu a certeza de Sua existência, mas não respondia às minhas dúvidas. Somente após o entendimento da reencarnação quando entrei no Espiritismo que pude entender a lógica de Deus. Ou seja, conheci a verdade e ela me libertou.

 

5 - Essa Fé influencia diretamente em sua Vida, Trabalho e Literatura?

Influencia muito toda a minha leitura da vida, seja no lado profissional, afetivo e religioso. Tudo ficou claro que não há distância e tempo. Tudo está conectado e Deus sempre nos amará, apesar dos nossos erros.

 

6 - O que você gostaria de escrever com o mesmo sentimento, além de seu aplaudido livro de poesias?

Romances. Adoro uma boa história, onde se mesclam o amor, relação humana, superação das dificuldades e fé.

 

7- O que lhe faria mudar radicalmente de vida?

A ideia de mudança sempre me acompanha, mas aguardo o dia em que eu poderia me dedicar mais aos livros e à arte em geral. Por enquanto não encontro nada que pudesse modificar muito a minha vida, pois tenho tudo o que necessito.

 

8 - Em algum momento de sua vida você acabou perdendo a oportunidade de perdoar alguém fisicamente e depois se arrependeu disso?

Sim. Tenho pelo menos umas três culpas que não consigo pedir perdão. Talvez medo de voltar às dores da época. À Deus peço perdão todo o dia.

 

9 - Há uma quase similitude entre a prosa e a poesia que você pratica. Isso pode ser considerada pela crítica uma identidade pessoal, ou uma tentativa de evoluir entre os dois gêneros separadamente?

Eu gosto da poesia, porém é na prosa que eu escrevo mais naturalmente. O pensamento evolui mais rápido na escrita. Eu percebo que quando eu falo o que penso, não sai com a mesma facilidade de escrever o que penso. O silêncio é o meio de comunicação entre a cabeça e o papel.

 

10  - Nascer no Nordeste contribuiu para sua grande absorção de pancadas que por ventura tenha levado ao longo desta passagem por aqui, pois dizem que o nordestino é valente e forte, ou foi a concepção de que essas dificuldades podem contribuir para a evolução do espírito?

Eu acredito que nascemos no lugar que precisamos nascer. Porém a minha alma vibra com as cores, sons, jeitos, comidas, músicas nordestinas e, particularmente, pernambucanas. Creio que seja de encarnações passadas e isto realmente me deixa muito forte e com um orgulho “besta”, como dizemos lá.

 

JORGE CRUZ/MHARIOLINCOLN

 

1.    Querido Mhario, quando você percebeu que gostava de escrever e se tornou poeta?

No 4º ano do curso primário, havia um exercício nas aulas de Português, chamado ‘Descrição’. A professora colocava uma paisagem no quadro negro e pedia para os alunos descreverem a pintura. Eu contava as horas para chegar a aula. Gostava e sempre descrevi as artes de forma criativa. No final saia uma historinha. Ganhei até um prêmio em razão dessas historinhas descritivas.

 

2. Lembra do seu primeiro conto ou prosa ou poesia?

No segundo ano do Ginásio, no Liceu Maranhense, fiz uma parceria com o hoje compositor famoso, César Teixeira, fundamos a revista PERSPECTIVA e com muitas dificuldades, colocamos o primeiro número nas ruas, com uma entrevista escandalosa: ‘O criador de Cobras’. Um artista de circo que montou lona no centro da cidade para mostrar uma diversidade de cobras que existiam em nosso País. Surgiu meu primeiro texto jornalístico (prosa). Acho que foi dali que eu acreditei numa possível carreira solo. Tanto que em 1970, Ribamar Bogea, dono do ‘Jornal Pequeno’, um diário muito popular em São Luís, que vendia mais de 20 mil exemplares/dia, me convidou para experiência. Em 1972, finalmente, fui agraciado com minha carteira de Repórter Amador. Orgulho. Muito orgulho! Grato, meu inesquecível Ribamar Bogea.

3. O que o ajudou a escrever tão bem?

Essa é uma história icônica. Quem me conhece na intimidade sabe que sou meio ‘ligeirinho’, meio atabalhoado quando coloco uma ideia no papel. Meus dedos são vagarosos com relação à velocidade como penso. E digito rápido devido a minha experiência com máquinas de escrever, redação de jornal e tempo limitado para a entrega do material para o editor. Em meados de 76 até 82, mais ou menos, eu ‘batia’ na máquina os artigos de minha tia Mary Santos, educadora e cronista semanal em uma emissora de rádio, em S. Luís-Ma. As crônicas tinham 70 linhas. Ela era tão rigorosa que se eu errasse uma vírgula, ou uma letra, tinha que reescrever tudo. Com um detalhe. Ela lia pra mim o que escrevera à mão. Então isso me fez prestar bastante atenção no que fazia (sem atabalhoamentos) e caprichar na língua portuguesa, colocações verbais, nominais e outras coisas. Acho que aí foi minha grande escola. Mas garanto ao ilustre amigo que ainda estou evoluindo. Não sei se chegarei ao ‘escrever tão bem’. Mas me esforço muito. Afinal, para mim que vivencio a linguagem escrita como profissão de honra, tenho que me esforçar para escrever bem.

 

4. A sua sede do saber o levará aonde? Quais os projetos no futuro?

Não sei. Na verdade, acho que sou realizado em minha profissão. Como advogado cheguei a chefiar um departamento importante na Secretaria da Fazenda estadual (MA), onde publiquei dois livros de Direito Administrativo. Depois cheguei à Chefia de Gabinete da Casa. Como jornalista, fiz o que quis. Passei por dois bons jornais, fiz televisão, dirigi programas de minha mãe na TV Difusora (SBT), fiz rádio (Timbira com o programa ‘O Mundo Científico’, ainda estudante do científico), ganhei prêmios, medalhas, integro a Academia Maranhense de Letras Jurídicas, com um grande detalhe: fui eleito ao lado de meu pai, advogado José Santos. Homem simples, mas sempre vitorioso quando suas causas chegavam ao Supremo. Antes de mudar-me para Curitiba-PR era membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, levado que fui pelo meu padrinho literário e amigo pessoal, Edomir Martins de Oliveira. Hoje sou sócio correspondente, assim designado pelo então presidente Euges Lima. Uma coisa, nesses meus 66 anos de idade, em 2020, ainda insisto na ideia de fazer o Instituto Flor de Lys, a fim de que a memória de minha mãe (mesmo nome) não seja esquecida, pois seu trabalho no jornalismo e na televisão foram excepcionais, ao longo de 40 anos, no Maranhão. Não sei como. Mas persigo esse objetivo e vou realizá-lo antes de me despedir por aqui.

5. Quais pensadores, escritores o influenciaram? Tem algum preferido?

Posso falar sobre a repercussão após lê-los. Algo se moveu dentro de mim. Como um combustível de hidrogênio líquido impulsionando foguetes ao espaço. Li coisas extraordinárias com todos, como Machado de Assis, José Saramago, Hilda Hilst, Virginia Woolf.  Inexplicável, todavia, a emoção e a lição de vida que aprendi com Carolina Maria de Jesus e seu "Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada" publicado em 1960. Fui lê-lo em 1995. Aprendi, também, muito sobre a essência poética da mulher com uma poetisa – a meu ver – fantástica: Angélica Freitas, cuja coletânea poética é sensacional. Chama-se “Um útero é do tamanho de um punho”. Engraçado é que a Bíblia (tenho formação Presbiteriana) fui ler e vivenciar (e literalmente seguir muitos dos ensinamentos do mestre Jesus), depois de adulto. Acho que nos últimos 20 anos. E sempre a lendo ao lado de outros livros como de Shakespeare, Jorge Luís Borges. Porém, minha formação literária recebe bons fluídos de Gabriel García Márquez “Cem Anos de Solidão”. Esse é um autor que, sem ele, não poderia discutir absolutamente nada no contexto da literatura universal. Afora isso, me divirto muito com literaturas sobre Ufos. Como lição de vida, consigo ingerir gotas saborosas dos ensinamentos de Joanna de Ângelis, Emmanuel e Léon Denis, na busca pelo comportamento dentro das leis morais da vida. Quando preciso falar sobre psicologia, nada melhor do que ir buscar Jacques Lacan, esse francês memorável e flexível (??). E na poesia? São inúmeros. Tenho em minha biblioteca algo em torno de 320 livros de poesia dos mais diversos segmentos, gêneros e estados brasileiros, coletâneas nacionais e algumas estrangeiras,  fora os trabalhos individuais de Alan Poe, Pablo Neruda, Charles Baudelaire, Elizabeth Bishop, Florbela Espanca, Jorge Luís Borges, Safo (genial e célebre poetisa grega da ilha de Lesbos), outros, claro, mas desses, escolhi essa frase: “Para que poetas em tempo de penúria?”, de Johann Christian Friedrich Hölderlin, poeta lírico e romancista alemão, no poema “Pão e vinho”.

 

6. Com a frase “Conhece-te a ti mesmo”, você acha que faz com que você atinja o seu limite ou expande exponencialmente sua criação?

Sabe, meu grande amigo e irmão. Vou te confessar uma coisa, só entre nós: não ‘conheço-me’. Minhas reações me surpreendem. Parece que em mim reencarnaram espíritos de diversas legiões, gostos e limitações. Penso muito em diversas direções, tenho gostos absurdos (um detalhe, não bebo e nem fumo) e minhas limitações, muitas das vezes, me embrabecem de forma irracional. Entendeu? Por isso preciso desse monte de livros, ensinamentos e terapias para continuar nesse mundo literário que, aliás, te confesso: tantas pessoas se dizem ‘absurdamente defensoras das letras’, mas – e infelizmente - olham para o próprio umbigo. Igual aquelas que apontam para a Lua e olham a ponta do dedo. E nada mais!

 

7. A emoção está ligada à produção literária? Uma pessoa emocionalmente fria teria potencialidades literárias?

O poeta SB Sousa (Recanto das Letras), diz em um de seus versos, que “a literatura pensa e a poesia sente...”. Porém há muitos momentos, em que a literatura sente e a poesia pensa diferente.  Desta forma, a pergunta parece, aparentemente fácil de responder. Todavia, outros aspectos precisam ser explicitados quando se trata de  - emoção influenciando o produto final literário – haja vista que existem inúmeros pressupostos emocionais que desfilam do social, (cultural, étnico, de gênero, de geração e outros), até mesmo ligadas a natureza e a vida , além  de uma coisa chamada de concepção dualista, ou seja,  os efeitos emocionais envolvendo o fisiológico, o comportamental e o sentimental. Então, essa falta de emoção, a ‘frieza lírico-estética’, como alguns estudiosos classificam esse tipo de literatura, efetivamente pode gerar um trabalho literário significativo, pois a poderemos ver de forma objetiva (ausência) ou subjetiva (ausência motivadora). Essa é uma classificação minha, ‘data vênia’. No meio de tudo isso, a ciência da construção poética encaixa algo que pode diminuir a falta de uma ou excesso de outra: o contraponto. Isso porque, muita emoção, às vezes, atrapalha o roteiro, a linha de raciocínio. O texto literário acaba se transformando numa catarse sem sentido ou construindo poesias ‘melosamente infantis’. Shakespeare, em Hamlet, uma obra-prima mundialmente famosa, é a tábula dessa concepção artística até hoje. E por que? Porque não é exageradamente romântica com elevado grau abusivo de sentimentos humanos, (amor, paixão, amor), mas, milimetricamente compensados pelo ódio, ciúme e traição. E esses não são sentimentos humanos também? Sim, são. Mas, porque existem contrapontos fundamentais na obra incitando o leitor a reagir conforme o autor descreve, dentro da Teoria básica da Simbiótica.  Ora, se olharmos por um outro viés, o da psicologia e da filosofia, descobre-se que existem em Hamlet, perfeitos contrapontos entre diálogos e monólogos. Então posso afirmar, em meu bestunto, que em grandes momentos da literatura mundial o contraponto balanceia a figura lírica e dá a entender que há, ali, falta inequívoca de emoção. Porém, a ‘falta de emoção’, em alguns momentos, faz parte integral do texto e é necessária para grandiosidade simbiótica do que o autor quer fazer entender. Enfim, obras com excelsa grandiosidade lírica, apenas lírica, resultado de uma paixão explícita e incontrolável do autor, como se tudo estivesse ‘politicamente correto’, nunca lerei.

 

8 - Você tem algum ritual para se inspirar?

Sim. Tomo um banho de uns 20 minutos (até as reclamações de dentro de casa começarem – risos -) e durante o ato, vou costurando as ideias, lembrando de passagens pertinentes em algum livro, e até mesmo verbalizando os parágrafos. Acontece sempre. Desde quando escrevi meu primeiro romance (MARIA CELESTE), sobre o afundamento de um bólido militar transformado em navio mercante, a poucos metros da Avenida Beira-Mar, em minha cidade natal. E costumava escrever até 20 páginas por dia, aproveitando um único banho (risos).

 

9       Você se arrepende de alguma coisa que escreveu no passado?

Vejo um pouco mais além do arrependimento. Certa vez, quando a ‘Lojas Mesbla’ ainda exercia um papel fundamental na vida econômica do país e no patrocínio de jornais pelo Brasil, coloquei uma nota exclusiva no matutino que trabalhava, afirmando que a Mesbla havia pedido concordata. A informação me foi repassada por um amigo de Brasília. Quando minha coluna foi para revisão do editor, ele imediatamente levou ao diretor-geral e por causa dessa nota fui demitido sumariamente. Isso aconteceu pela manhã.  No outro dia à noite, o Jornal Nacional deu o furo, furo esse que deveria ter sido dado pelo jornal em que eu trabalhava. Depois ligaram, pediram desculpas e eu não voltei mais. O detalhe está exatamente no ‘não voltei mais’. Isso ficou em minha cabeça durante alguns anos e nunca mais tive tanto interesse em escrever em grandes jornais, perdendo inúmeras oportunidades de melhorar meus ganhos e me melhorar, acima de tudo.  No fundo, uma atitude negativa do passado, que gerou arrependimento. E esse arrependimento simplesmente por minha ignorância e egoísmo. Uma ausência de lucidez causadora de enorme prejuízo não só a mim, mas a quem de mim dependia.  Algum tempo depois, felizmente, aprendi a importância desta posição minha. Um erro transformado em significativa aprendizagem. Tal fato me permitiu evitar outros problemas profissionais. Desta forma, não é o arrependimento a que devo me referir como uma espécie de autocondenação. Este me fez praticar a autoanálise e a transformação íntima, a duros golpes, sobretudo porque a autopunição não auxilia em nada no processo de libertação da consciência culpada. “Quem se arrependeu é porque aprendeu que é simplesmente humano, falível e nem melhor nem pior do que os outros.” Como li (*)

(*) HAMMED (espírito); psicografado por SANTO NETO, Francisco do Espírito, no livro Espelho d’água. (Por isso, além do arrependimento).

 

10-O que você faz quando precisa terminar algo criativo (livro, poema, vídeo) e está sem ideia?

(Risos). Meu Deus, às vezes tenho que falar pelo whats com meus netos menores, haja vista tanta abundância de ideia e não consigo me livrar delas. Aí faço um vídeo com meus netos, dou boas risadas e esqueço um pouco. A pergunta deveria ser: O que você faz para diminuir essa ebulição de ideias (risos). Mas, quero aqui agradecer tão felizes questões que me ajudaram a falar um pouco mais de mim para mim mesmo. Deixou-me feliz pela inteligência e perspicácia. Obrigado amigo querido. Que assim seja!

 

 

 

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